Arquivado em junho de 2010

Por que sentimos mais fome no frio?

25 de junho de 2010

Quando estamos expostos à baixa temperatura, perdemos calor pela superfície corporal: quanto maior o frio, maior a perda de calor. A nossa temperatura é programada pelo hipotálamo, o nosso “termostato”, para ficar em torno dos 36,5oC.

No inverno, em decorrência dessa perda aumentada de calor, o organismo gasta mais energia para regular a temperatura corporal. Esta energia é conseguida por meio de dois processos: o primeiro, proveniente da utilização dos estoques de energia corporal. Estocamos energia sob a forma de glicogênio e gordura, entretanto, apenas o primeiro tipo é solicitado nestas situações, já que o tecido adiposo tem a importante função de isolamento térmico. O segundo processo é o efeito térmico dos alimentos: na digestão e metabolização dos alimentos, se libera energia térmica, ou seja, se produz calor. Portanto, quanto maior o consumo de alimentos, maior a produção de calor!

No frio, tendemos a consumir maior quantidade de carboidratos já que dietas baseadas nestes macronutrientes tem maior efeito na termogênese induzida pela dieta. Ademais, como o hipotálamo sai da sua temperatura de equilíbrio, a regulação do centro da fome e saciedade é modificada, com um número maior de receptores de serotonina livres, o que induz a fome. Outro motivo para preferirmos os carboidratos nesta época: eles são o principal macronutriente envolvido na produção da serotonina.

Para driblarmos o excesso de alimentos no inverno, a alimentação deve ser feita em intervalos médios de três horas; devemos incluir na dieta alimentos quentes como sopas, caldos e chás quentes, já que bebidas e alimentos quentes esquentam as mucosas por contato; devemos incluir saladas cozidas variadas, já que os vegetais crus se tornam pouco atraentes nesta época; além disso, respeitando-se as particularidades de cada um, podemos adicionar ao consumo habitual, os alimentos termogênicos, como o café, o chá verde, chá mate, chá preto, cacau em pó, gengibre, pimentas e o guaraná em pó e; como não podia faltar, devemos incluir na dieta habitual os precursores da serotonina: vitamina B6, encontrada em cereais integrais, carnes, leguminosas e levedo de cerveja; magnésio, em cereais integrais e vegetais em tons verdes escuros e; triptofano, em nozes, banana, aipo e cacau.

No inverno, assim como em todas as estações do ano, uma dieta equilibrada e adequada as nossas necessidades garante um melhor controle sobre a fome e sobre o peso corporal!

Suplementação de óxido nítrico?

21 de junho de 2010

O óxido nítrico (NO), gás solúvel produzido em nosso organismo que é rapidamente destruído pelo oxigênio, possui diversas funções, podendo ser benéfico ou potencialmente tóxico, conforme sua concentração e depuração tecidual. Como toxina, o excesso de NO, dentre outros problemas, pode favorecer enxaqueca, diabetes tipo I, choque séptico e problemas renais. Fisiologicamente, ele está envolvido na resposta do sistema imunitário, na fixação da memória tardia, peristaltismo, relaxamento dos vasos sanguíneos e vasodilatação. E, por apresentar esta última função, é uma substância que vem sendo amplamente explorada pela Nutrição Esportiva.

O NO é produzido no organismo na presença de cálcio e vitamina B3, a partir dos aminoácidos arginina e citrulina. A arginina tem como principais fontes alimentares a soja e a quinoa. Já a citrulina pode ser encontrada na melancia, principalmente em sua camada branca da casca, que tem o consumo descartado pela maioria das pessoas.

Existem diversos suplementos no mercado que erroneamente nos induzem a achar que estamos ingerindo óxido nítrico. Na verdade, a maioria deles possui em sua composição os precursores deste gás, como a arginina e citrulina, além de sinergistas como a ioimbina e o zinco. Cabe ao organismo direcionar tais precursores  para a produção de NO. No entanto, é importante destacar que estes precursores participam de diversas vias bioquímicas e, nem sempre, há a garantia de aumento da produção do NO.

Durante a atividade física, em decorrência do aumento da respiração celular, há um aumento da produção de radicais livres. Estes, por sua vez, podem reagir com o NO, formando peroxinitrito, que é um radical livre danoso ao organismo, sem efeito vasodilatador, que potencializa a lesão inflamatória em células vasculares. Ou seja, mais uma vez, boa capacidade de produção de NO não necessariamente significa aumento da capacidade de vasodilatação: muito pelo contrário: o excesso da suplementação de arginina pode favorecer a produção de NO indutível que tem efeito vasocontritor, aumentando a pressão arterial.

Não podemos nos preocupar apenas em favorecer produção de NO. É essencial que forneçamos ao organismo uma defesa antioxidante eficiente. Diversos são os nutrientes que possuem esta função. Todavia, quando se fala em NO, destaca-se como antioxidante a vitamina C, que possui a importante função de reciclar o peroxinitrito, permitindo a sua transformação, novamente, em NO.

Logo, antes de se pensar sobre a suplementação de substâncias envolvidas com a vasodilatação, é essencial que se garanta uma dieta saudável, com o fornecimento de todos os nutrientes essenciais à homeostase orgânica.

O quê que a banana tem?

17 de junho de 2010

Fonte:www.gettyimages.com.br

Apesar de originária da Ásia, a banana é uma das frutas mais brasileiras. Preferência de muitos por ser prática e gostosa, é sempre lembrada no combate a cãibras, graças ao seu alto teor de potássio, que também participa do controle do pH sanguíneo e do tônus vascular. Entretanto, para a prevenção das cãibras, é essencial um equilíbrio deste mineral com o magnésio, cálcio e sódio, presentes na fruta, porém, em menor quantidade.

O teor de macrocnutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) entre os tipos de banana não oscila muito: a média de carboidratos nos diferentes tipos fica em torno de 27g/100g. Logo, esta fruta é uma excelente fonte de energia. A banana terra tem o maior aporte de carboidrato (33,7g/10g) e a pacova, o menor (20,3g/100g). O teor proteico médio é de 1,4g/100g, sendo que a banana maçã possui a maior quantidade (1,8g/100g) e, a figo, a menor (1,1g/100g). Em relação a gorduras, a média fica em 0,15g/100g.

A banana é boa fonte de fibras: a média é de 2,0g/100g entre os diferentes tipos. A banana figo é a maior fonte (2,8g/100g) e a terra, a menor (1,5g/100g). Um dos tipos dos carboidratos não digeríveis presente nas bananas são os fruto-oligossacarídeos (FOS), prebióticos essenciais para a proliferação de bactérias benéficas no nosso intestino. Portanto, essa fruta é um importante coadjuvante no tratamento da disbiose intestinal, sendo que as formas de preparações preferenciais da banana com este destino são a biomassa da banana verde cozida e a farinha da banana verde. Além disso, a banana verde é rica em leucocianidina, um flavonóide que estimula o processo de cicatrização. Na Índia, a farinha da banana verde é usada para tratamento de úlcera péptica. Na medida em que a banana amadurece, estes dois efeitos terapêuticos são perdidos.

A casca da banana verde pode ser utilizada, segundo costume popular, para cicatrização de fissuras mamilares. Todavia, este procedimento não é respaldado pela comunidade científica, graças ao risco de se gerar um processo infeccioso, já que a casca interna da fruta pode carregar micro-organismos.

Essa fruta é ainda boa fonte triptofano e vitamina B6, nutrientes envolvidos na produção de serotonina. Portanto, além da banana ser uma excelente fonte energética e importante para o funcionamento intestinal, também favorece o nosso bom humor!

Transtorno de déficit de atenção x alimentação

13 de junho de 2010

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma doença crônica, cujos principais sintomas são atividade motora excessiva, falta de atenção e dificuldades de controlar impulsos. Essas características tendem a persistir na adolescência e na vida adulta e, se não detectadas e tratadas durante a infância, irão aumentar o risco do indivíduo desenvolver outros transtornos psiquiátricos na vida adulta.

A despeito de pesquisas extensas, ainda não há um consenso científico sobre a causa do TDAH: tendo-se que os sintomas dessa doença são complexos e variados, pode-se imaginar que sua causa também o seja, sendo múltiplas as causas e os fatores de risco implicados e,  a alimentação deve ser considerada.

 Com as mudanças da vida moderna, também ocorreram mudanças alimentares. Introduziram-se produtos industrializados como macarrão instantâneo, achocolatados, biscoitos recheados, biscoitos salgados, refrescos em pó, refrigerantes, doces coloridos e alimentos não orgânicos na dieta das crianças. Todos eles fontes de aditivos alimentares.

Os corantes tartrazina, amaranto, vermelho ponceau, eritrosina, caramelo amoniacal e, os conservadores derivados do ácido benzóico, ácidos sulfídrico e sulfito podem induzir à hiperatividade.  Além disso, os carboidratos de digestão rápida, presentes nas guloseimas também se correlacionam positivamente com o transtorno.

As crianças comumente consomem grandes quantidades de achocolatados, o que pode implicar no aumento de uma substância tóxica ao cérebro, o P-cresol. Esta toxina é originária do metabolismo da tirosina e, as principais fontes deste aminoácido são o leite de vaca e seus derivados.

Altos níveis urinários de metabólitos de organofosforados (defensivos agrícolas comumente utilizados na produção de alimentos) foram encontrados em crianças com o transtorno. Logo, o consumo de alimentos orgânicos é um fator importante na prevenção da sintomatologia do TDAH.

Quando se prioriza o consumo de alimentos industrializados, carências nutricionais específicas podem ser favorecidas e, dentre elas, destacam-se: deficiência de B6, magnésio, zinco e ferro, que são essenciais para a produção de neurotransmissores, como, por exemplo, GABA, neurotransmissor inibitório; melatonina, envolvida no controle do ciclo sono/vigília e; dopamina, importante para a regulação da atividade cerebral. Deficiências de ômega 03 e vitamina E, importantes para regular a função energética cerebral, também podem estar presentes neste tipo de alimentação.

Portanto, a dieta é uma importante aliada no tratamento do TDAH: devemos, desde cedo, adotar uma alimentação saudável e equilibrada, incluindo os alimentos in natura e orgânicos no nosso dia a dia!

Nutrição fetal: essencial para a saúde na vida adulta!

9 de junho de 2010

A alimentação da mulher na fase pré-natal é de extrema importância para a qualidade de vida do futuro adulto que está sendo gerado: a má nutrição do feto em diversos estágios da gestação pode trazer consequências não apenas ao desenvolvimento infantil, mas também consequências que podem perdurar durante toda a vida. A nutrição inadequada nesta fase predispõe o indivíduo a doenças crônicas não transmissíveis, como, por exemplo, diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e câncer ao longo da vida. Esse fenômeno é conhecido como programação metabólica ou imprinting metabólico. Tanto a alimentação com excesso de açúcares simples e gorduras na fase pré-natal quanto a  ingestão dietética insuficiente neste perído favorece essa programação.

A programação metabólica tem estreita relação com a a nutrição da mãe. Durante a formação do feto, o DNA celular é quase que continuamente replicado e, para que este processo ocorra adequadamente, dependemos da presença de substâncias conhecidas como grupo metil. Onde as conseguimos? Na alimentação! Caso falte ou sobre grupos metil,  mutações epigenéticas, que são alterações estáveis na expressão gênica ao longo das divisões celulares, sem mutações na sequência do DNA, podem ocorrer. Para que as sequências de DNA sejam replicadas corretamente, portanto,  é essencial quantidade adequada de grupo metil.

Os principais nutrientes e substâncias bioativas doadores de grupo metil são: ácido fólico, presente em vegetais de tons verdes escuros; vitamina B6, em carnes e cereais integrais; colina, presente na gema do ovo e na soja; cobalamina, presente em carnes, ovos e leite;  polifenois, presentes em frutas e hortaliças; metionina, em produtos de orgiem animal, amaranto e quinoa; selênio, presente nas oleaginosas ; vitamina A, presente em leite e derivados; beta caroteno, em vegetais amarelos, alaranjados e verdes escuros e;  zinco, presente em carnes e cereais integrais.

Não temos como fugir: para saúde, desde o princípio da vida, dependemos de uma alimentação saudável e equilibrada: tanto a falta quanto o excesso podem favorecer o silenciamento ou expressão de genes chaves para a regulação do nosso metabolismo.

Receitas para o combate da TPM

6 de junho de 2010

A seguir, receitas com nutrientes importantes para a produção de serotonina. Devem ser consumidas preferencialmente pela manhã

Batida de banana

Ingredientes
01 banana prata
01 talo de aipo com as folhas
01 colher de sopa de cacau em pó
01 colher de sopa de nozes picadas
300ml de leite de soja
01 colher de sopa de mel

Modo de Preparo
Lavar bem os ingredientes, misturar e processar. Servir gelado

 

Bolo de banana com nozes

Ingredientes
05 unidades bem maduras de banana-prata
01 ½ xícara de chá de açúcar mascavo
½ xícara de chá de açúcar refinado
02 ovos
01 xícara de chá de farinha de rosca
01 xícara de chá de aveia em flocos finos
½ xícara de chá de óleo
01 colher de sopa rasa de fermento em pó
½ xícara de chá de nozes picadas

Modo de preparo
Em uma tigela, misturar todos os ingredientes até obter uma massa homogênea, deixando por último o fermento e as nozes. Pré-aquecer o forno. Untar uma assadeira com óleo e um pouco de farinha de trigo. Despejar o conteúdo na assadeira e levar ao forno médio (180ºc) por 45 minutos.

TPM: tem solução?

5 de junho de 2010

A síndrome ou tensão pré-menstrual, mais conhecida como TPM se inicia por volta de sete a dez dias antes da menstruação. Segundo o primeiro estudioso a relatá-la, Robert Frank, “as mulheres reclamam de irritabilidade, desassossego, nervos à flor da pele e, procuram alívio por meio de ações tolas e destemperadas. Seu sofrimento pessoal é intenso e se manifesta por muitos atos impetuosos eventualmente repreensíveis.” Sintomas físicos como cólicas, constipação ou diarreia, retenção hídrica com ganho de peso (podendo chegar até 3,0kg), dor de cabeça, dificuldade de concentração e, compulsão alimentar principalmente por carboidratos e doces também podem estar presentes.

Para explicar a TPM, além das alterações hormonais, destacam-se: queda da produção de beta-endorfina, que tem ação semelhante à morfina; diminuição de serotonina, envolvida no controle da fome, humor e sono e; deficiências nutricionais, principalmente de magnésio e vitamina B6 .

Uma boa maneria para corrermos desta tão desagradável síndrome é proporcionar condições adequadas para o nosso organismo trabalhar. Como? Se alimentando bem! Devemos adotar uma alimentação anti-inflamatória, e consumir os nutrientes necessários à produção de serotonina: os principais são vitamina B6, que pode ser encontrada em cereais integrais, carnes, leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, soja) e levedo de cerveja; magnésio, em vegetais de tons verdes escuros e cereais integrais e; o triptofano, encontrado em nozes, banana, aipo e cacau.

Na maioria dos casos, quando temos uma alimentação equilibrada e saudável rotineiramente, esses sintomas tornam-se quase que imperceptíveis. Em alguns casos, em que há um completo desequilíbrio orgânico, a suplementação de nutrientes específicos pode otimizar o re-estabelecimento do equilíbrio físico, favorecendo, assim, um controle mais eficiente da TPM. Entretanto, na medida em que se restaura o balanço de nutrientes, via alimentação e suplementação, esta última deve ser revista e, em muitos casos se torna desnecessária.

Além da alimentação, a atividade física tem um importante papel no controle da TPM: ela estimula a produção da beta-endorfina, que tem ação analgésica no organismo.

Portanto, para não complicarmos nosso convívio social mensalmente, mais uma vez, recorra a duas excelentes práticas de modelos de bem estar: atividade física orientada e alimentação saudável!

O uso de adoçantes na gestação é seguro?

1 de junho de 2010

Nos últimos anos, motivados pelo anseio de atingir padrões de beleza, muitas pessoas submetem-se a sucessivas dietas restritivas e cada vez mais lançam mão dos adoçantes. As mulheres representam um grupo especial sempre de olho na balança e, se preocupam muito com o ganho de peso, principalmente na gestação.

Os adoçantes são substitutos do açúcar que conferem sabor doce com menor número de calorias por grama. São constituídos por substâncias edulcorantes (que adoçam) e por um agente de corpo, que lhe conferem durabilidade, textura e boa aparência. Vários adoçantes atualmente comercializados contêm dois ou mais edulcorantes em suas fórmulas. Até os anos 80, sacarina, aspartame e ciclamato eram os únicos disponíveis para consumo. Atualmente, existem outras opções, como a sucralose, acessulfame-k, estévia, alitame, neohesperidina, neotame e taumatina, porém alguns ainda não disponíveis no Brasil.

Todos os adoçantes recebem uma recomendação de ingestão diária aceitável (IDA), definida como aquela (mg kg/dia) considerada inócua mesmo se o uso for continuado indefinidamente. Na gestação, os adoçantes que receberam boa avaliação pelo FDA  foram aspartame, sucralose, acessulfame-K e a estévia. Portanto, o uso de todas as outras opções deve ser desconsiderado pois, não são considerados produtos seguros para este período fisiológico.

Algumas considerações a respeito dos adoçantes permitidos na gravidez devem ser feitas: o aspartame é metabolizado em três outras substâncias: metanol, aspartato e fenilalanina.  O metanol, por sua vez, origina outras substâncias (formaldeído e ácido fórmico) que causam acidose e tem um potencial carcinogênico expressivo; o aspartato, em animais, favorece necrose neuronal, portanto, age no sistema nervoso central e; a fenilalanina pode se acumular em indivíduos portadores de fenilcetonúria sintomáticos ou não, favorecendo retardo mental e menor expectativa de vida. A sucralose, assim como o aspartame, pode desencadear crises de enxaqueca. Grande parte do produto ingerido não é metabolizada. A pequena quantidade absorvida é excretada por meio de urina e fezes. O acessulfame-K e a estévia não são metabolizados, sendo excretados integralmente pela urina.

É importante ressaltar que todas as substâncias ingeridas que não são nutrientes ou fitoquímicos, devem ser excretadas pelo organismo. Se essa capacidade de metabolização e excreção estiverem comprometidas, mesmo os adoçantes com o uso liberado na gestação, podem causar transtornos ao equilíbrio orgânico. Os adoçantes, portanto, independente do tipo de classificação do FDA são substâncias estranhas ao organismo e, para nos livrarmos deles, dependemos de vitaminas, minerais, substâncias bioativas e aminoácidos para que o processo de metabolização seja completo. Caso contrário, essas substâncias estranhas podem se depositar nas células de gordura, ativando respostas metabólicas indesejáveis.

Mais uma vez, só com a dieta equilibrada poderemos desfrutar dos benefícios destes produtos…