Para um bom funcionamento intestinal

31 de agosto de 2011 por Joana Lucyk 4 comentários »

A água e as fibras, presentes em frutas, vegetais e cereais integrais, são importantes para a saúde intestinal: as fibras, além de aumentarem o bolo fecal, estimulam a proliferação dos micro-organismos benéficos. Já a água é essencial para proporcionar uma boa consistência do bolo fecal. Adequado consumo de fibras sem o adequado consumo de água favorece a constipação intestinal.

A frequência evacuatória ideal é de 1 a 3 vezes ao dia, desde que as fezes sejam de consistência ideal. Segundo a Escala de Bristol (abaixo) o tipo ideal de fezes é o 4. Se a evacuação não for diária, a mudança de perfil da microbiota começa, prevalecendo os micro-organismos que se comportam de forma maléfica. Dessa forma, aumenta-se a produção de toxinas e radicais livres que agridem ainda mais a parede intestinal, favorecendo a cronicidade do problema.

Nos casos de constipação, laxantes que tenham em sua constituição os derivados de antraquinona, como a cáscara sagrada e o sene, devem ser evitados: eles agridem ainda mais a parede intestinal, comprometendo sua integridade e favorecendo a perpetuação do problema.

Além da água e das fibras, para o bom funcionamento intestinal, é necessário, portanto, que ele esteja íntegro. Diariamente a mucosa intestinal se renova e para isso, diversas substâncias são solicitidas:

Vitamina E presente em óleos vegetais como o azeite e óleo de canola e oleaginosas como castanhas é essencial para a integridade da membrana das células, assim como a vitamina C, presente em frutas e vegetais frescos; a Vitamina A, presente em produtos de origem animal e em vegetais, na forma da pré vitamina A, que é o betacaroteno (produtos de origem vegetal não tem vitamina A) é essencial para a função de barreira intestinal; ácido fólico, presente em vegetais em tons verdes escuros, é essencial para a formação da barreira intestinal; o complexo gama orizanol, encontrado no arroz integral, é essencial para restaurar a permeabilidade intestinal; a fosfatidilcolina, presente na soja e ovo, é solicitada para a manutenção das tigh junctions, que são os espaços entre as células intestinais; o ácido pantotênico, presente em vegetais de tons verdes escuros e ovo; é essencial para cicatrização da mucosa.; zinco; encontrado em alimentos de origem animal e cereais integrais, é importante para o crescimento da mucosa e; glutamina, presente principalmente em produtos de origem animal, é o principal combustível das células intestinais e, portanto, requeridapara a renovação diária da mucosa intestinal. Muitas vezes, para a recuperação da mucosa, é necessária a suplementação deste aminoácido em conjunto com a suplementação dos probióticos, que são as bactérias benéficas.

Quando se suplementa probióticos, se  favorece o comportamento benéfico dos micro-organismos de baixa virulência, resultando numa melhora da função intestinal. As fibras, como já dito, favorecem a multiplicação dessas bactérias, sendo essenciais para a reversão do quadro de disbiose.

Escala de Bristol

Por que meu intestino não funciona bem?

29 de agosto de 2011 por Joana Lucyk Deixe um comentário »

A alimentação inadequada, baixa produção de ácido clorídrico, motilidade intestinal reduzida, estresse e uso de medicamentos estão entre os principais fatores que podem comprometer o funcionamento intestinal.

Dentre os fatores alimentares destacam-se: baixo consumo de água, baixo consumo de fibras e elevado consumo de proteínas de elevado peso molecular – algumas proteínas são bastante extensas e dão muito trabalho para serem digeridas, dessa forma, podem alterar o equilíbrio de bactérias no intestino, favorecendo a constipação. As principais proteínas relacionadas com este processo são a caseína e betalactoglobulina, presentes no leite de vaca e derivados e; o glúten, presente no trigo, aveia, centeio, cevada e malte. Estes alimentos com proteínas de alto peso molecular, em geral, podem fazer parte da dieta, todavia, a frequencia alimentar que determinará a resposta do organismo. Se o consumo alimentar for frequente e a alimentação monótona, a chance de algum desequilíbrio orgânico se instalar é grande e, inclui a constipação intestinal.

Alimentos com fama de constipantes como a goiaba e o caju podem favorecer um intestino mais lento. Entretanto, apenas se o desequilíbrio orgânico já estiver instalado: no nosso intestino, temos 1/3 de micro-organismos benéficos, 1/3 de maléficos e 1/3 de micro-organismos de baixa virulência, que se comportam de acordo com o ambiente. Logo, se tivermos uma alimentação inadequada, as de baixa virulência se comportam como os micro-organismos maléficos, favorecendo o mau funcionamento intestinal e assim, instalando-se a disbiose intestinal. Nestes casos, se estes alimentos constipantes forem incluídos à dieta, a constipação será favorecida. Porém, se tivermos uma alimentação saudável, os microorganismos de baixa virulência se comportarão como benéficos e, a chance destes alimentos causarem alguma alteração no funcionamento intestinal é improvável.

A alimentação rica em frituras, café, cacau, chá preto, refrigerantes e alimentos industrializados também pode comprometer o funcionamento intestinal por serem irritantes à mucosa.

Com a instalação da disbiose intestinal, se favorece a perda da permeabilidade seletiva e translocação de toxinas e subprodutos bacterianos, macromoléculas alimentares, metais tóxicos, xenobióticos e alergenos alimentares, favorecendo as alergias alimentares tardias.

Molibdênio???

12 de agosto de 2011 por Joana Lucyk Deixe um comentário »

Fonte:www.gettyimages.com.br

Molibdênio (Mo), elemento químico descoberto em 1872, só teve sua essencialidade evidenciada em 1953. O Mo atua como cofator de algumas enzimas, como a sulfito oxidase, aldeído oxidase e xantina oxidase – todas envolvidas no catabolismo de aminoácidos sulfurados e compostos heterocíclicos como purina e pirimidinas.

Leguminosas (lentilha, ervilha, feijão e grão de bico) são as melhores fontes de Mo. A soja, apesar de ser boa fonte, não possui boa biodisponibilidade. Frutas, vegetais e produtos de origem animal tem baixas concentração de Mo.

A deficiência deste mineral é rara: a incapacidade de produção da sulfito oxidase leva a graves problemas no neonato, dentre os quais destacam-se cegueira noturna, taquipneia, taquicardia, irritabilidade e até coma.

O excesso de Mo pode implicar na deficiência de cobre, porém em humanos esta relação parece não ser significativa. Indivíduos com excesso de ácido úrico devem ter o consumo de molibdênio controlado: a xantina oxidase, dependente de Mo, implica num aumento de ácido úrico. Por isso a recomendação do não consumo deste grupo alimentar pelos indivíduos com gota e hiperuricemia.

Toxicidade é rara e os sintomas são semelhantes aos da deficiência de cobre – anemia e retardo de crescimento. O excesso de ácido úrico e aumento da incidência de gota também podem ser consequência do consumo exagerado deste mineral. A intoxicação aguda pode gerar sintomas como psciose aguda acompanhada de alucinações visuais e auditivas, além de mal estar geral.

Numa dieta equilibrada e adequada às necessidades individuais é possível consumir a quantidade ideal deste mineral.

Afinal, qual a causa das cãibras?

29 de julho de 2011 por Joana Lucyk Deixe um comentário »

As primeiras referências sobre cãibras surgiram há mais de 100 anos, detectadas em mineiros, bombeiros e funcionários de navios a vapor que trabalhavam em condições quentes e úmidas e apresentavam intensa sudorese.

As cãibras musculares podem ser definidas como contrações intensas involuntárias que ocorrem geralmente após exercícios fiscos extenuantes. Durante o sono, na gestação, em doenças neuromotoras, endócrinas e em desordens metabólicas elas também podem aparecer.

São várias as teorias formuladas na tentativa de se explicar a etiologia da cãibra, dentre elas se destacam a Teoria metabólica, ambiental, da desidratação e Teoria eletrolítica.

Segundo a Teoria Metabólica, o músculo ficaria intoxicado de substâncias que estimulariam a atividade contrátil, como, por exemplo, amônia e  ácido lático. A Teoria Ambiental sugere que as cãibras são consequência de temperaturas extremas, frio ou calor. No frio, em decorrência da vasoconstrição haveria diminuição do fluxo sanguíneo para os músculos e no calor, a intensidade das reações bioquímicas seria maior, favorecendo aumento da atividade contrátil. Ambas teorias falhas.

Já a Teoria da desidratação sugere que a perde de água via sudorese é tão intensa que poderia provocar desequilíbrio nos fluidos corporais e assim, interferir na capacidade contrátil dos músculos esqueléticos. Para a Teoria eletrolítica, junto da água perdida, eletrólitos são perdidos e, seu desequilíbrio explicaria a cãibra muscular. Sódio e potássio, por serem essenciais para o potencial elétrico e, consequentemente, para a contração muscular, seriam os principais nutrientes envolvidos neste processo. De qualquer forma, os estudos evidenciam que o eletrólito que mais se relaciona com a cãibra é o sódio, seja seu excesso ou falta.

Em relação a Nutrição, manutenção de hidratação e reposição eletrolítica parecem ser as medidas eficazes na prevenção das cãibras durante a prática de atividade física. Foi proposta uma bebida ideal com a concentração de sódio de 500 a 700mg/litro, de 4 a 8% de carboidratos e a temperatura menor que a ambiente ou entre 15 e 22oC.

Excesso de cortisol e suas consequências

27 de junho de 2011 por Joana Lucyk 11 comentários »

O cortisol – hormônio corticosteroide produzido pela glândula supra-renal – está envolvido na resposta ao estresse, regulação da pressão arterial e da glicemia. Sua produção decorre da ação do hormônio liberador de corticortrofina (CRH) em resposta a ação do hormônio hipofisário adrenocorticotrófico (ACTH).

O estresse, seja físico ou mental, é o fator primário na elevação de cortisol: por meio das citocinas no tecido adiposo, o estresse estimula o CRH que, por sua vez, implica na elevação deste hormônio corticosteroide. A privação alimentar, atividade física extenuante e alimentação com elevada carga inflamatória também são fatores estressantes causadores da produção exacerbada de cortisol.

A elevação de cortisol implica na diminuição da testosterona, do hormônio de crescimento e da sensibilidade à insulina. Nas mulheres, ainda favorece o aumento de estrógeno. Ademais, o hipercortisolismo diminui a função imunitária, predispondo o organismo a infecções; favorece reabsorção óssea, aumentando o risco de osteoporose; aumento da glicemia, acompanhada de resistência a insulina; compromete a energia, favorecendo fadiga e irritabilidade; implica na agregação plaquetária e disfunção endotelial, envolvidas na aterosclerose e; no aumento da síntese de proteína C reativa, marcador inflamatório inespecífico preditor de risco de infarto do miocárdio.

Compulsão por doces; retenção hidrossalina; hipertensão; aumento do colesterol e triglicerídeos; elevação da circunferência da cintura; insônia; diminuição da memória e confusão mental também estão entre as consequências do hipercortisolismo.

A análise bioquímica do cortisol pode ser realizada por meio da avaliação do cortisol sérico, urinário ou salivar. O cortisol salivar representa a fração livre deste hormônio e possui boa correlação com o cortisol sérico total e excelente correlação com o cortisol sérico livre. Sua concentração independe do fluxo salivar, é constante e por isso, este é considerado o melhor método laboratorial. Na impossibilidade de realização deste método, recomenda-se o cortisol urinário, que também possui valores constantes e; por último, o sérico: o cortisol circula no sangue ligado à transcortina ou albumina, apenas uma pequena fração encontra-se na forma livre. Dessa forma, suas concentrações plasmáticas são influenciadas pela concentração de suas proteínas transportadoras.

Para a modulação do cortisol, nada melhor que uma alimentação anti-inflamatória e boas doses de calma e paciência!

Atividades biológicas do cromo

21 de junho de 2011 por Joana Lucyk 2 comentários »

O mineral cromo (Cr), do grego “chroma” – cor – teve sua forma composta descoberta em 1761 e por causa de sua aparência laranja avermelhada foi inicialmente denominado chumbo vermelho da Sibéria.

Este mineral-traço atua em enzimas essenciais para a produção de energia e na normalidade da glicemia – é essencial para a atividade da cromodulina, envolvida na ativação da fosfatase fosfotirosina na membrana dos adipócitos e da tirosina quinase nos receptores insulínicos.

Sua deficiência está relacionada principalmente com a intolerância a glicose. Fadiga, diminuição de sensibilidade de membros inferiores, confusão mental, depressão, desorientação também podem estar presentes. A ansiedade acompanhada da compulsão por carboidratos é um sinal característico de sua carência.

O status nutricional deste mineral traço sofre interferência de anti-inflamatórios não esferoidais, antiácidos e fitatos, presentes em alguns alimentos de origem vegetal. Atividade física, dietas ricas em açúcares simples e estresse aumentam sua excreção urinária. Especula-se que o excesso de ferro também favoreça a deficiência de Cr, já que o Cr compete por um dos locais de ligação da transferrina. Já a suplementação de Cr parece não afetar o estado nutricional em relação ao ferro. Oxalatos e vitamina C são sinergistas na absorção do Cr.

Carnes bovinas, aves e peixes contem de 1 a 2mcg de Cr por porção. Levedo de cerveja é excelente fonte – graças ao Cr este alimento apresenta sabor amargo característico. Grãos e cereais contem maiores quantidades de Cr do que frutas e vegetais. O refinamento de açúcares e grãos depletam Cr. Já alimentos ácidos o acumulam quando aquecidos em recipientes de aço inoxidável.

Homens adultos devem consumir 35mcg de Cr diariamente e mulheres, 21mcg. Se instalada a deficiência, a suplementação deve ser considerada. A dosagem usual varia de 50 a 400mcg/dia, na forma de picolinato de cromo, cromo glicina ou cromo quelado. A ANVISA determina o limite máximo de ingestão de 1000mcg. A suplementação de cromo nunca deve ser feita em jejum. Dessa forma, evita-se a hipoglicemia.

Funcionamento intestinal e alergia alimentar tardia

14 de junho de 2011 por Joana Lucyk 3 comentários »

A alimentação inadequada, baixa produção de ácido clorídrico, mau funcionamento do pâncreas, motilidade intestinal reduzida, estresse e uso de medicamentos estão entre os principais fatores que comprometem a saúde intestinal, favorecendo a disbiose – estado em que microorganismos de baixa virulência se tornam patogênicos em virtude do desequilíbrio quantitativo e qualitativo que está instalado no nosso intestino, afetando negativamente a saúde humana.

Dessa forma, pode ocorrer a síndrome da hiperpermeabilidade intestinal, caracterizada por um conjunto de condições clínicas que resulta em mecanismos de transporte anormal e destruição da mucosa intestinal, favorecendo a passagem de substâncias que normalmente não entrariam no sistema circulatório. Como conseqüência da disbiose, associada à perda da permeabilidade seletiva ocorre, então, a translocação de toxinas e subprodutos bacterianos; macromoléculas alimentares, alergenos alimentares; metais tóxicos e xenobióticos (substâncias estranhas).

Sintomas diversos e inespecíficos podem ser decorrentes destes dois processos, que são porta de entrada para alergia alimentar tardia. Coceira no ouvido, dores de cabeça, dores musculares, olhos lacrimejantes, tosse crônica, halitose, frequente necessidade de limpar a garganta, aftas, dificuldade para respirar, irritabilidade, coceira genital, concentração ruim, humor lábil e depressão estão entre as manifestações que podem ocorrer na alergia alimentar tardia.

Para tratamento da disbiose intestinal, patógenos, xenobióticos e alergenos alimentares devem ser removidos. Muitas vezes torna-se necessária a restrição de ingestão de proteínas de alto peso molecular, como os laticínios de vaca e cabra e o glúten.

Deve-se, também, reequilibrar as concentrações de ácido clorídrico e enzimas digestivas. Pode-se utilizar enzimas proteolíticas, lipolíticas ou pancreáticas, solução de ácido clorídrico, aloe vera e ervas e temperos para restabelecimento dessas funções.

Probióticos, prebióticos ou simbióticos devem ser reinoculados para garantir um bom perfil da microbiota intestinal e; para finalizar, o reparo da mucosa intestinal é necessário. Nutrientes como glutamina, folato, zinco, fosfatidilcolina, vitamina E, ácido pantotênico estão entre os necessários para a saúde da mucosa intestinal.

Carboidratos e atividade física

1 de maio de 2011 por Joana Lucyk 2 comentários »

O consumo adequado de carboidratos favorece a manutenção das reservas de glicogênio muscular, de glicose sanguínea durante o treino e posterior recuperação dos estoques de glicogênio. Sua ingestão diminui consideravelmente a fadiga muscular, comumente relacionada à depleção das reservas musculares e à hipoglicemia que se associa com a inativação de enzimas envolvidas na transferência de energia. Ademais, tanto para a utilização de gordura como fonte de energia (lipólise) quanto para promoção da hipertrofia muscular é imprescindível o consumo deste macronutriente.

A refeição que antecede o evento esportivo deve conter alimentos de alta digestibilidade, fontes de carboidratos e com poucas quantidades de proteínas e lípidios, pois estes permanecem por mais tempo no trato gastrintestinal, favorecendo o restardo do esvaziamento gástrico. Todavia os carboidratos simples devem ser evitados por causarem hipoglicemia reativa durante o exercício, caracterizada por tonturas e náuseas, além de aumentar o catabolismo de glicogênio e inibir a lipólise, ocasionando fadiga precoce.

A frutose pode ser uma alternativa ao oferecimento de carboidratos, pois sua absorção intestinal ocorre mais lentamente quando comparada à glicose e sacarose, porém em alguns indivíduos dores abdominais, diarréia e vômitos podem ocorrer em decorrência da ingestão deste monossacarídeo. Durante exercícios prolongados, com duração superior a uma hora, principalmente os intermitentes e de alta intensidade, a ingestão de carboidratos auxilia na manutenção da glicemia, de glicogênio muscular e no retardo da fadiga, além de prevenir hipogicemia. Após o término da atividade física este macronutriente auxilia na recuperação de reservas energéticas de glicogênio e na recuperação de massa muscular, favorecendo o direcionamento das proteínas para a recuperação das miofibrilas musculares.

Portanto, torna-se fundamental o consumo de carboidratos pré-evento e pós-evento. Durante o treino, a indicação de consumo depende da modalidade física e de sua duração. O ideal é a realização de uma refeição nutricionalmente equilibrada três horas antes da atividade. A escolha das fontes de carboidratos para refeição pré-treino deve respeitar a tolerância individual relacionada às características gastrintestinais.

A ingestão de 60 a 70% do valor calórico total proveniente de carboidratos parece atender a demanda necessária ao treinamento esportivo. No pós-treino, para promover a recuperação muscular e hepática das reservas de glicogênio, é recomendado que o consumo deste nutriente esteja entre 5 e 8g/kg de peso, caso a atividade seja de longa duração e/ou alta intensidade essa necessidade pode chegar até a 10g/kg de peso.