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O poder da água!

6 de fevereiro de 2011

Fonte:www.gettyimages.com.br

A água, essencial para a vida, é o maior e mais simples componente do organismo.  No início da vida, chega a representar 80% da composição corporal e, na adolescência, 60% do peso corporal nos meninos e, nas meninas, 50%.

A água é distribuída em dois compartimentos, intracelular (LIC) e extracelular (LEC). No LEC, constitui o líquido intravascular (LIV), plasma; líquido intersticial, entre as células e; líquido transcelular (LTC) –  líquor, líquidos sinoviais, serosas, semên, humor aquoso e vítreo, água óssea, saliva, suor, sucos digestivos, urina.

Manutenção da homeostasia, promoção do meio onde ocorrem os processos bioquímicos e metabólicos (LIC), lubrificação de tecidos com articulações e serosas (LTC), composição de líquidos digestivos, respiratórios e excretórios (LTC), manutenção da temperatura corporal e transporte de gases, nutrientes, metabólitos (LIV) são funções exercidas pela água.

As trocas de nutrientes e dejetos entre o sangue e os tecidos são realizadas por uma extensão de capilares, equivalente a aproximadamente 700 m2. As trocas requerem a presença da água, como o meio nobre em que as células realizam as suas funções; a permanência da água nos diferentes compartimentos do organismo, depende, por sua vez, da presença de um teor adequado de diversos eletrólitos como o cálcio, magnésio, sódio, potássio, cloretos e fósforo.

A recomendação de consumo diária de água, segundo as DRI’s de 2002 para homens adultos e idosos é de 3,7L; para mulheres adultas e idosas, 2,7L; gestantes, 3,0L, lactantes, 3,8L e, para crianças, varia de 0,8L a 1,7L, dependendo da faixa etária.

A redução de apenas 4 a 5% da água corpórea reduz de 20 a 30% a capacidade de trabalho do organismo e, não se deve esperar sentir sede para ingeri-la!

Dieta cetogênica no tratamento da epilepsia

21 de outubro de 2010

A epilepsia, palavra de origem grega que significa “ser tomado”, é um distúrbio neurológico crônico caracterizado por descargas neuronais excessivas, súbitas e temporais que implicam em sintomas complexos como perda de consciência, aumento excessivo ou perda de tônus muscular, transtornos dos sentidos, cefaleia, mialgia, fadiga e mordedura da língua.

A faixa etária mais acometida por esta patologia é a infantil, principalmente abaixo de 2 anos de idade e, o tratamento preferencial é o medicamentoso. Todavia, nos casos de epilepsia refratária, o paciente não responde à terapia medicamentosa e, uma perspectiva no auxílio de seu tratamento é a dieta cetogênica (DC), inicialmente proposta por Wilder, na década de 20.

Existem relatos positivos da DC, com controle total ou parcial das crises em crianças. A DC é hiperlipídica, hipoglicêmica, normoproteica, hipocalórica e promove restrição hídrica. Dessa forma, induz o organismo a produzir uma modificação química resultando em cetose crônica, caracterizada pela excessiva formação de corpos cetônicos. Sugere-se que a cetose aumente a estabilidade neural e os níveis de ácido gama-aminobutírico (GABA), neurotransmissor inibitório, nos terminais nervosos. O efeito sedativo dos corpos cetônicos, sua concentração no plasma, o grau de acidose, a desidratação parcial, a mudança na concentração lipídica e a adaptação metabólica do cérebro são os principais responsáveis pelo controle das crises.

Entretanto, esta é uma dieta pouco palatável com efeitos colaterais e tóxicos ao metabolismo. Efeitos adversos como leucopenia, acidose metabólica, alterações do estado mental, hiperlipidemia, hiperuricemia, hipocalemia, hipoglicemia, desidratação, constipação, diarreia, desmineralização óssea, litíase renal e infecções recorrentes, além da perda de peso, disfunção hepática, hipoproteinemia, acidose renal e complicações cardíacas já foram relatados.

Deve-se destacar que a DC consiste num tratamento restritivo e rígido, com grande número de proibições e diferencia-se extremamente das dietas usuais, representando uma dificuldade para a sua adesão e manutenção, na medida em que dificulta o convívio social, principalmente para as crianças em idade escolar. Apesar de ser uma dieta especial, a DC deve atender os princípios gerais da nutrição, oferecendo energia, proteínas e micornutrientes, mesmo que por meio de suplementos, visando o desenvolvimento e manutenção das condições fisiológicas do paciente.

Crianças menores de 1 ano, principalmente nos primeiros seis meses de vida, não devem ser submetidas a DC, dada a importância do aleitamento materno.

Corticosteroides e metabolismo ósseo

19 de outubro de 2010

Os medicamentos anti-inflamatórios esteroidais ou corticosteroides influenciam a expressão de uma ampla variedade de genes e, portanto, são responsáveis por expressivos efeitos na tratamento de inflamações.

A anti-inflamação destes medicamentos é decorrente da diminuição da acetilação do DNA, com consequente comprometimento na transcrição de genes codificadores das proteínas mediadoras da inflamação. Eles interferem, inclusive, na produção nuclear do NFkappaB, restringindo, assim, a liberação de mediadores responsáveis pela resposta inflamatória.

Entretanto, em decorrência de sua ação nuclear, os efeitos deletérios à saúde com seu uso crônico são inúmeros: hipertensão aterial, glaucoma, catarata, afinamento da pele, acúmulo de gordura na região abdominal, cicatrização deficiente de feridas, arteriosclerose e osteoporose são alguns dos efeitos que podem ser favorecidos, sendo os que mais se relacionam com a Nutrição, são o acúmulo de gordura na região abdominal e osteoporose.

De uma forma ou de outra, o uso crônico de corticosteroides favorece a osteoporose: além de inibir o transporte transcelular ativo de cálcio no intestino, este medicamento interfere na reabsorção renal deste mineral, implicando numa maior excreção de cálcio. Dessa forma, se estimula a secreção de paratormônio (PTH), hormônio responsável pela indução no aumento da absorção intestinal e reabsorção tubular de cálcio. Porém, o PTH também favorece a atividade osteoclástica, isto é, a reabsorção óssea.

Ademais, os corticosteroides influenciam na formação e replicação dos osteoblastos e osteoclastos, agindo sobremaneira no comprometimento da ação osteoblástica. Mais uma vez, a ação osteoclástica é favorecida. Eles também estimulam a gliconeogênese e, com isso, a acidificação sanguinea. Dentre os nutrientes essenciais para modular o pH sanguíneo, destaca-se o cálcio. Portanto, se há acidificação sanguínea, estimula-se, mais uma vez, a produção do PTH e com isso, novamente, a atividade osteoclástica.

O eixo hipotálamo-hipófise-adrenogonadal também sofre com o uso dos corticosteroides, que diminuem a resposta do hormônio luteinizante e do hormônio adrenocorticotrófico, implicando na redução da produção do estrogênio, essencial na formação óssea. Dessa vez a atividade osteoclástica não foi favorecida mas, a osteoblástica, comprometida!

Portanto, de uma forma ou de outra, os corticosteroides agem de forma negativa na saúde óssea. Logo, a fim de minimizar os efeitos deste fármacos que, muitas vezes são necessários, não podemos negligenciar os inúmeros nutrientes envolvidos na formação óssea.

Síndrome de Down e sobrepeso

11 de outubro de 2010

Fonte:www.gettyimages.com.br

A Síndrome de Down (SD), que constitui uma das causas mais frequentes de deficiência mental, impõe desafios múltiplos aos acometidos e a todos envolvidos no seu crescimento e desenvolvimento.

Trata-se de uma desordem cromossômica, a trissomia do 21, que é responsável pelo retardo mental e aparência de seus portadores. Além do atraso no desenvolvimento, outros problemas de saúde podem ocorrer com o portador da SD como, por exemplo, hipotonia, cardiopatia congênita, problemas de audição, visão, alterações na coluna cervical, distúrbios da tireoide, problemas neurológicos, envelhecimento precoce e obesidade.

Alguns fatores contribuem para o excesso de peso. O primeiro deles é que muitas crianças com SD não são amamentadas por apresentarem sucção insuficiente devido ao tônus muscular diminuído ou por causa da baixa produção de leite materno, em decorrência do estresse emocional ocasionado pelo impacto da notícia. A ausência de aleitamento materno interfere no amadurecimento do controle neuro-endócrino da fome e saciedade, predispondo os indivíduos que não receberam leite materno exclusivamente até os seis meses a maiores chances de se tornarem obesos.

Ademais, muitos pais de crianças com SD buscam compensar seu erro cromossômico por meio da liberdade irrestrita de suas vontades, em que o ato de comer passa a assumir gigantescas proporções de contribuição para o excesso de peso. Já foi constatado que as crianças com SD obesas apresentam maior necessidade de consumir alimentos extremamente calóricos, ricos em gordura e açúcares quando comparadas com as que possuem peso saudável. E, sem dúvida, este comportamento decorre de interferência familiar.

Outro fator que pode contribuir para o excesso de peso é o padrão de crescimento das crianças e adolescentes portadores de SD. Seu crescimento é caracterizado por uma precocidade de início do estirão e uma velocidade reduzida no crescimento linear que resulta em baixa estatura quando comparado a população geral. A baixa estatura, associada ao comportamento alimentar inadequado, predispõe o indivíduo ao sobrepeso e obesidade.

O excesso de peso constitui fator de agravamento para outras enfermidades que acometem esse grupo populacional, como as cardiopatias e a hipotonia muscular, alem de ser fator de risco para distúrbios metabólicos. Desta forma, a avaliação do estado nutricional e a adequada atitude familiar em relação a alimentação são peças chaves para a qualidade de vida do portador da SD.

Elemento tóxico: chumbo

3 de outubro de 2010

O chumbo (Pb) foi um dos primeiros metais pesados a ser identificado. Sua descoberta data de 3500 aC, no Egito. Este elemento tóxico é encontrado difundido no ambiente, em alimentos e bebidas. Nas plantas, pode ser encontrado graças à poluição ambiental, improvável que seja pela extração do solo.

As vias de contaminação são três: via cutânea, ingestão e inalação. A via primária de contaminação são os alimentos e, bons candidatos à contaminação são as frutas, os vegetais folhosos, cereais, moluscos e os vinhos. Para alguns trabalhadores, a via de contaminação é a inalação.

Assume-se que 30% do Pb inalado são absorvidos e, de 5 a 10% do Pb ingerido são absorvidos. Quando absorvido,entra na corrente sanguínea e alcança ossos e tecidos. Pode ser acumulado nos tecidos com o decorrer dos anos, principalmente nos ossos, na aorta, fígado, pulmão, rim, e no baço. É gradualmente excretado via bile no intestino delgado e eliminado pelas fezes. Entretanto, a principal via de excreção é urinária e, portanto, bom marcador bioquímico para avaliação de contaminação por este elemento tóxico é o chumbo urinário.

O sistema nervoso de crianças é muito sensível ao Pb e nos adultos, a exposição excessiva pode ocasionar neuropatologia periférica e/ ou crônica. Corriqueiramente, quando expostos, os adultos desenvolvem hipertensão. A síntese do heme também pode ser comprometida: o Pb, assim como o cádmio e o alumínio, possui afinidade por sítios de ligação enzimáticos, ocupando o local originalmente dos minerais, comprometendo, assim, cascatas de reações bioquímicas no organismo. Portanto, interfere na produção do heme e como consequência gera anemia e, interfere na fixação de cálcio nos ossos, comprometendo a formação óssea.

Além disso, o Pb é classificado como um carcinógeno. Sua toxicidade grave também pode acarretar aborto, esterilidade, mortalidade e morbidade neonatal.

A tolerância ao Pb varia conforme idade, formas, fontes e composição da dieta. As taxas de deposição, retenção e absorção dependem do tamanho da partícula e de sua forma físico-química. Crianças e gestantes são grupo de risco. Na gestação, pelo aumento da necessidade de cálcio, o processo de reabsorção óssea é estimulado e, no caso das mulheres contaminadas, há intensa liberação do chumbo, que pode ocasionar danos diversos tanto na mãe quanto no concepto.

Efeitos do álcool na gestação

29 de setembro de 2010

Fonte:www.gettyimages.com.br

A ingestão de bebidas alcoólicas no Brasil dobrou nos últimos cinco anos, sendo as mulheres e os jovens os maiores contribuintes deste processo. É coerente observar um aumento nos problemas relacionados a este acréscimo e, o binômio materno-fetal é, sem dúvida, um dos que mais sofrem com o abuso do álcool.

O álcool é uma substância teratogênica, ou seja, favorece a má formação fetal. No século XVIII, foi observado que crianças nascidas de mães que consumiam gim usualmente eram descritas como desatentas e fracas. Entretanto, apenas no início do século XX que se reconheceu os efeitos deletérios do álcool nos desfechos gestacionais.

Em 1973 foi descrita a Síndrome Alcoolica Fetal (SAF), uma condição irreversível, caracterizada por disfunções no sistema nervoso central, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, alterações de QI e comportamento e dismorfismo facial.  Foi proposto também o termo Efeitos Fetais do Álcool (EFA), para as crianças que não desenvolveram todas as características da SAF mas, que foram expostas a esta droga na vida intra-uterina e, de alguma forma, prejudicadas em seu desenvolvimento.

O álcool ingerido pela gestante atravessa a placenta e, então, o feto é exposto às mesmas concentrações do sangue materno. Entretanto, como a metabolização e eliminação do álcool é mais lenta,  a exposição fetal torna-se maior, tanto ao álcool não modificado (etanol) quanto ao seu metabólito acetaldeído. O etanol induz a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), que reagem com estruturas celulares, prejudicando a formação fetal, assim como o acetaldeído, que também age inibindo a proliferação de diversos tecidos.

Os efeitos do álcool na gravidez são dependentes da quantidade consumida, da época da exposição, do estado nutricional e da capacidade de metabolização materna e fetal.  No primeiro trimestre de gestação, os efeitos mais comumente observados são de anomalias físicas e dismorfismo; no segundo trimestre, abortamento e; no terceiro, retardo do crescimento fetal.

Como a quantidade segura de álcool que uma gestante pode consumir não está definida na literatura, recomenda-se abstinência total durante este período fisiológico. Já foi constatado que o consumo de 20 gramas de álcool já é suficiente para provocar supressão da respiração e dos movimentos fetais. Portanto, ficamos na lei do quanto menos, melhor!

Transtorno de déficit de atenção x alimentação

13 de junho de 2010

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma doença crônica, cujos principais sintomas são atividade motora excessiva, falta de atenção e dificuldades de controlar impulsos. Essas características tendem a persistir na adolescência e na vida adulta e, se não detectadas e tratadas durante a infância, irão aumentar o risco do indivíduo desenvolver outros transtornos psiquiátricos na vida adulta.

A despeito de pesquisas extensas, ainda não há um consenso científico sobre a causa do TDAH: tendo-se que os sintomas dessa doença são complexos e variados, pode-se imaginar que sua causa também o seja, sendo múltiplas as causas e os fatores de risco implicados e,  a alimentação deve ser considerada.

 Com as mudanças da vida moderna, também ocorreram mudanças alimentares. Introduziram-se produtos industrializados como macarrão instantâneo, achocolatados, biscoitos recheados, biscoitos salgados, refrescos em pó, refrigerantes, doces coloridos e alimentos não orgânicos na dieta das crianças. Todos eles fontes de aditivos alimentares.

Os corantes tartrazina, amaranto, vermelho ponceau, eritrosina, caramelo amoniacal e, os conservadores derivados do ácido benzóico, ácidos sulfídrico e sulfito podem induzir à hiperatividade.  Além disso, os carboidratos de digestão rápida, presentes nas guloseimas também se correlacionam positivamente com o transtorno.

As crianças comumente consomem grandes quantidades de achocolatados, o que pode implicar no aumento de uma substância tóxica ao cérebro, o P-cresol. Esta toxina é originária do metabolismo da tirosina e, as principais fontes deste aminoácido são o leite de vaca e seus derivados.

Altos níveis urinários de metabólitos de organofosforados (defensivos agrícolas comumente utilizados na produção de alimentos) foram encontrados em crianças com o transtorno. Logo, o consumo de alimentos orgânicos é um fator importante na prevenção da sintomatologia do TDAH.

Quando se prioriza o consumo de alimentos industrializados, carências nutricionais específicas podem ser favorecidas e, dentre elas, destacam-se: deficiência de B6, magnésio, zinco e ferro, que são essenciais para a produção de neurotransmissores, como, por exemplo, GABA, neurotransmissor inibitório; melatonina, envolvida no controle do ciclo sono/vigília e; dopamina, importante para a regulação da atividade cerebral. Deficiências de ômega 03 e vitamina E, importantes para regular a função energética cerebral, também podem estar presentes neste tipo de alimentação.

Portanto, a dieta é uma importante aliada no tratamento do TDAH: devemos, desde cedo, adotar uma alimentação saudável e equilibrada, incluindo os alimentos in natura e orgânicos no nosso dia a dia!

TPM: tem solução?

5 de junho de 2010

A síndrome ou tensão pré-menstrual, mais conhecida como TPM se inicia por volta de sete a dez dias antes da menstruação. Segundo o primeiro estudioso a relatá-la, Robert Frank, “as mulheres reclamam de irritabilidade, desassossego, nervos à flor da pele e, procuram alívio por meio de ações tolas e destemperadas. Seu sofrimento pessoal é intenso e se manifesta por muitos atos impetuosos eventualmente repreensíveis.” Sintomas físicos como cólicas, constipação ou diarreia, retenção hídrica com ganho de peso (podendo chegar até 3,0kg), dor de cabeça, dificuldade de concentração e, compulsão alimentar principalmente por carboidratos e doces também podem estar presentes.

Para explicar a TPM, além das alterações hormonais, destacam-se: queda da produção de beta-endorfina, que tem ação semelhante à morfina; diminuição de serotonina, envolvida no controle da fome, humor e sono e; deficiências nutricionais, principalmente de magnésio e vitamina B6 .

Uma boa maneria para corrermos desta tão desagradável síndrome é proporcionar condições adequadas para o nosso organismo trabalhar. Como? Se alimentando bem! Devemos adotar uma alimentação anti-inflamatória, e consumir os nutrientes necessários à produção de serotonina: os principais são vitamina B6, que pode ser encontrada em cereais integrais, carnes, leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, soja) e levedo de cerveja; magnésio, em vegetais de tons verdes escuros e cereais integrais e; o triptofano, encontrado em nozes, banana, aipo e cacau.

Na maioria dos casos, quando temos uma alimentação equilibrada e saudável rotineiramente, esses sintomas tornam-se quase que imperceptíveis. Em alguns casos, em que há um completo desequilíbrio orgânico, a suplementação de nutrientes específicos pode otimizar o re-estabelecimento do equilíbrio físico, favorecendo, assim, um controle mais eficiente da TPM. Entretanto, na medida em que se restaura o balanço de nutrientes, via alimentação e suplementação, esta última deve ser revista e, em muitos casos se torna desnecessária.

Além da alimentação, a atividade física tem um importante papel no controle da TPM: ela estimula a produção da beta-endorfina, que tem ação analgésica no organismo.

Portanto, para não complicarmos nosso convívio social mensalmente, mais uma vez, recorra a duas excelentes práticas de modelos de bem estar: atividade física orientada e alimentação saudável!